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Buscando a Glória de Deus

É notório em Moisés um anseio profundo por mais da glória de Deus. Ele do recôndito do seu coração com intensidade, clamou: “Rogo – te que me mostres a tua glória”.

“Rogo – te que me mostres a tua glória” Êx 33.18

É notório em Moisés um anseio profundo por mais da glória de Deus. Ele do recôndito do seu coração com intensidade, clamou: “Rogo – te que me mostres a tua glória”. Esta súplica do homem mais manso da terra em sua geração nos faz refletir nos dias de hoje seriamente concernente um verdadeiro relacionamento e intimidade com Deus. A atitude, vida e obra de Moisés militam contra o que comumente vemos nos variados meios de comunicação que apresentam o cristianismo e o relacionamento com Deus com base no ter e não no ser. Quando Moisés derramou sua alma: “Rogo – te que me mostres a tua glória”, ele queria usufruir mais do relacionamento com Deus, é lógico! Mas, pergunto: Moisés em seu relacionamento crescente com seu Criador objetivou mais o ter ou ser? Hebreus responde: “Pela fé Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus, a usufruir prazeres transitórios do pecado; porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão”. Como Jeremias em seus quarenta anos de ministério profético se relacionou com Javé? Objetivou o ter ou o ser? Jeremias à luz da teologia materialista dos dias de hoje teria um ministério frustrado e decadente, pois durante toda sua vida profética não viu frutos visíveis e materiais de sua fidelidade ao chamado divino! Jeremias foi um vaso poderoso nas mãos do Oleiro! Que dizer da inquietação e perplexidade de Asafe em relação à prosperidade dos ímpios? Felizmente, a história de Asafe teve um desfecho para a glória de Deus e para o seu próprio bem estar: “…eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos… até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles” (Sl 73.3, 17). O que Moisés, Jeremias, Asafe e muitos outros tinham em comum, apesar de viverem e exercerem seus ministérios em épocas diferentes? Eles tinham interesses na glória de Deus. Não se contentavam, nem descansavam enquanto não entravam no santuário do Senhor! Foi no santuário de Deus que estes homens se desapegaram e se despiram das glórias deste mundo! A maior perplexidade, para não dizer contradição, desta teologia materialista hodierna e seus pregadores é que à medida que entram no santuário de Deus para buscarem mensagens iluminadas pelo Espírito de Santo e ficarem mais desapegados das glórias deste mundo, ainda assim, continuam com mais força e convicção pregando e ensinando como resultado de um relacionamento com Deus – acreditem – o ter e não o ser! Oremos para que Deus levante homens e mulheres que preguem e ensinem vindos do santuário do Altíssimo permeados por esta oração: “Rogo – te que me mostres a tua glória”.Glória a Deus. Amém!

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